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Box Blindex Slim. Até o orçamento vai ficar uma beleza

O Box Blindex Slim é a evolução do box de acrílico com uma grande diferença: a qualidade e a segurança Blindex – maior fabricante do Brasil de Box de vidro temperado para banheiros.

Agora além do box Blindex Classic frontal, de canto, sobre banheira e Open, temos mais uma opção: Bom Blindex Slim.

  • Deslisa sem sair dos trilhos.
  • Fácil de limpar.
  • Leve, pratico e seguro.
  • 4 opções de cores para vidro 4 mm temperado Blindex : verde, incolor, cinza e bronze.
  • 3 opções de acabamento: alumínio, preto e bronze.
  • Totalmente encaixilhado.
  • A porta não emperra.
  • Fácil e rápida istalação.
  • Altura: 1,85m

Exija a marca Blindex® gravada no vidro.

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BLINDSCREEN

Blindscreen é o vidro serigrafado da Blindex, que permite criar novas soluções estéticas para fachada e interior dos edifícios. Trata-se de um vidro float, que recebe em sua superfície uma camada de esmalte cerâmico, sendo posteriormente temperado, proporcionando resistência e durabilidade da camada serigrafada. Além do aspecto estético, a relação entre as áreas transparentes e cobertas pelo desenho resulta em diferentes níveis de sombreamento e transmissão de luz o que torna o Blindscreen também eficiente ara a função de controle solar.

Vantagens

  • controle da transmissão de luz e calor
  • privacidade
  • efeito estético
  • flexibilidade ao projeto arquitetônico
  • caracteriza-se por ser um vidro de segurança
  • pode ser utilizado interna ou externamente
  • durabilidade da camada serigrafada

Cores

tinta cerâmica branca ou preta, sobre vidro float incolor, verde, cinza ou bronze

 

*FOTO ILUSTRATIVA*

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Suncool

Suncool é o vidro refletivo de alta performance da Blindex, projetado para reduzir significativamente a passagem de calor proveniente da radiação solar para o interior da edificação. Suncool é produzidos por processo de metalização a vácuo, que assegura elevada homogeneidade da camada refletida e coeficientes de sombreamento extremamente baixos, proporcionando maior conforto ambiental e reduzido os gastos provenientes dos sistemas de refrigeração. As cores por reflexão são pratas, verde, cinza bronze, azul e dourado.

Vantagens:

  • excelente desempenho para controle solar;
  • homogeneidade de opções em termos de transmissão e reflexão luminosa;
  • variedades de cores.
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REFLECTAFLOAT

Reflectafloat é um vidro refletivo para controle solar da Blindex® produzido por processo de metalização online, onde a deposição da camada refletiva ocorre durante o processo de fabricação do vidro float por deposição química de gás, garantido homogeneidade durabilidade da camada refletiva.

A deposição da camada metalizada ocorre sobre substrato incolor, conferindo ao Reflectafloat a cor prata por reflexão e bronze por transmissão. Quando laminado, o Reflectafloat oferece várias opções de cor.

Vantagens:

  • média performance para controle solar
  • homogeneidade de cor
  • pode ser utilizado monolítico, temperado ou laminado
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Vidro temperado Blindex

Cinco vezes mais resistente a choques térmicos do que um vidro comum com espessuras semelhantes, o vidro temperado é considerado um vidro de segurança. Em caso de quebra, fragmenta-se sem pedaços pequenos, pouco cortantes, podendo ser removidos com maior facilidade e segurança. Por ser mais resistente, pode ser utilizado em aplicações estruturais autoportantes sem a necessidade de caixilhos.

O tratamento térmico de têmpera consiste no aquecimento gradativo do vidro até atingir a temperatura de 700ºC (estado plástico) para ser resfriado bruscamente. Com esse tratamento, o vidro temperado passa a ser mais resistente à flexão e passa a suportar diferenças de temperaturas de até 200ºC..

Em varginha, a Vidraçaria Bom Pastor comercializa os vidros temperados com a marca Blindex®, fabricados dentro do mais rigoroso controle de qualidade e de acordo com a norma ABNT NBR 14698 – Vidros de Segurança. Com produção certificada pela ISO 9001:2008, a Blindex® é uma empresa também com 60 anos no mercado de vidros e referência nacional em vidros de segurança.

O vidro temperado tem a capacidade de resistir a choques em uma proporção de cinco vezes mais que um vidro comum com espessuras semelhantes. Trata-se de um vidro de segurança, pois, quando quebrado, fragmenta-se sem a formação de cacos pontiagudos. Sua resistência possibilita a utilização em aplicações estruturais sem a necessidade de caixilhos.

O tratamento térmico de têmpera é um processo de aquecimento gradativo até se atingir a temperatura de 700ºC (estado plástico), seguida de brusco resfriamento.

O vidro temperado possui maior resistência à flexão que os vidros comuns e pode suportar diferenças de temperaturas de até 200ºC.

 

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Moderno, belo, leve e… seguro!

Versátil, vidro reúne leveza e segurança quando presente em pisos, escadas e guarda-corpos.

Cada vez mais, pisos, escadas e guarda-corpos – três elementos de grande importância para a arquitetura e construção civil, encontram no vidro o seu componente principal. Isso é sensível não só no setor, que percebe o aumento dessa demanda na prática, mas também para os leigos, que identificam a aplicação do material nas edificações mais recentes.
O crescimento do uso do vidro nessas estruturas não é em vão. Ao se deparar com um ambiente com piso, escada ou guarda-corpo de vidro, dificilmente uma pessoa não se admira e quer saber mais sobre a instalação. Dentre outras qualidades, o vidro confere leveza, transparência e limpeza estética aos ambientes. Tudo sem perder a segurança, cada vez mais presente com o avanço da tecnologia vidreira.

Nesta reportagem, O Vidro plano conversou com especialistas e destrinchou os segredos da aplicação do vidro em pisos, escadas e guarda-corpos. De quebra, você confere projetos recentes, um mais belo que o outro. Pisos de vidro
Imagine-se flutuando no ar. Por mais utópico que possa parecer muitas vezes é essa a descrição do que sentem as pessoas que caminham em um piso suspenso de vidro.

Nessa situação, o material pode ser aplicado de diversas formas de passarelas a mezaninos, de caixas suspensas a revestimento de piso comum. Mas, para que, além de belo, o projeto seja bem executado, é necessário seguir algumas regras, a começar ‘pelos tipos de vidro que podem ser utilizados. “Temos duas aplicações básicas”, explica Carlos Henrique Mattar, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Cebrace.

“Nos pisos em que há risco de quebra com possibilidade de queda, o vidro deve ser laminado. Já em pisos para revestimento, podemos utilizar todos os tipos de vidro.”

O laminado é composto de duas ou mais lâminas de vidro fortemente interligadas, sob calor e pressão, por uma ou mais camadas de películas plásticas.

Em caso de quebra do vidro laminado, os cacos permanecem presos, emitam do que os fragmentos se soltem e que os objetos ou pessoas sejam lançados ao chão. Vale lembrar que uma vasta gama de tipos de vidro pode ser usada na composição do Ia minado em pisos suspensos, tais como temperados, impressos, antiderrapantes e antirriscos, entre outros.
As empresas que trabalham com pisos e escadas de vidros sugerem o uso de vidros com três ou mais camadas de laminação. ”’ “Dessa forma, caso haja a quebra de uma delas, as outras placas sustentam a estrutura provisoriamente”, explica Julia Schimmelpenningh, gerente mundial de Aplicações – Intercalares Avançados – da Solutia, fabricante de películas.
Resistência

Não há no Brasil uma norma técnica que regulamente a aplicação do vidro em pisos. A Cebrace, por exemplo, disponibiliza em seu site uma calculadora baseada em uma norma europeia para indicar qual espessura um vidro deve ter para suportar a carga que irá receber.

De modo geral, os instaladores brasileiros fazem um cálculo razoavelmente lógico. “Quanto maior a dimensão da chapa, maior a quantidade de lâminas e espessura dos vidros. As lâminas ainda podem ser temperadas para maior resistência mecânica”, explica Heloisa Oleari, arquiteta da Hedron Engenharia.

Para Danila Ferrari, gerente de Operações da Fanavid, o cálculo estrutural do vidro deve ser feito caso a caso.
“São levadas em conta a dimensão das peças, a quantidade de apoios, bem como a aplicação e utilização do piso”.
Já o engenheiro Maurício Margaritelli, diretor-geral da T2G Technical Glass Group, faz o cálculo tendo como base que 40 cm2 devem suportar o peso de uma pessoa. “Sendo assim, grosso modo, um m2 aguentaria, de forma distribuída, 570 kg”, explica, lembrando que devem ser considerados o contexto da aplicação (se o local será destinado à passagem de pessoas ou exposição de objetos pesados, como automóveis e mobiliários) e eventualidades, como a queda de um objeto pesado sobre o vidro ou a pressão do vento, se for uma passarela externa. Os especialistas chamam a atenção para um detalhe importante que pode aumentar a resistência do material: em vez de usar o tradicional polivinil butiral (PVB) na laminação, procurar outros produtos disponíveis no mercado desenvolvidos exclusivamente para isso, como o Saflex, da Solutia, e o Sen tryGlas, da DuPont. “O SentryGlas foi desenvolvido para atender as necessidades da arquitetura, cuja rigidez e resistência vão além da função de manter os vidros aderidos à camada plástica, oferecendo resistência estrutural”, explica Ivan Escalante, líder de Marketing para a América Latina da divisão DuPont Glass Laminating Solutions. O produto é cinco vezes mais resistente ao rompimento e cem vezes mais rígido que o PVB.

Fonte: Revista Vidro Plano-Ano 54 – nº 464 – Agosto2011

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Mitos e verdades sobre vidros insulados

Especialistas esclarecem pontos importantes sobre o produto.

As dúvidas quanto ao uso dos vidros duplos, também chamados de insulados, são quase tão grandes quanto o aumento do interesse pela sua aplicação. Comuns em países gélidos, eles estão cada vez mais presentes em construções brasileiras e são constantemente vis tos como assunto principal em palestras e fóruns, principalmente aqueles que tratam sobre construções com eficiência energética e conforto termoacústico.
Prova do aumento do interesse por essa instalação no País é que uma norma técnica específica está prestes a ser publicada. Intitulada Vidro insulado – Características, requisitos e métodos de ensaios, a regulamentação está aberta para consulta pública até o dia 28 de novembro Ao perceber o aumento do interesse por vidros duplos no Brasil, nossa reportagem reuniu as principais dúvidas sobre o assunto e entrevistou alguns especialistas para, com a ajuda deles, estabelecer o que é mito e o que é verdade.

Montagem

Antes, vamos entender como é montado e instalado um sistema de vidros duplos. O engenheiro Kenny Liotti, responsável pelas vendas da Lisec no Brasil, explica que o vidro insulado é composto por duas ou mais lâminas de vidro afastadas por um espaçador (pode ser de alumínio, aço inox, aço inox com plástico ou flexível) com material dessecante em seu interior, que tem a função de absorver a umidade residual do ar.
Dentro do sistema insulado, podem se aplicar ar, argônio ou outros gases, dependendo da finalidade. As lâminas de vidro são fixadas ao espaçador por meio de um selo primário e um secundário estrutural — eles podem ser de butil (primários), polissulfeto ou outros materiais que são aplicados em todo perímetro a fim de manter o sistema hermeticamente fechado.

O espaçador é um componente importante na estrutura e também merece atenção especial. “Ele pode ser constituído de material rígido — normalmente com perfis ‘ocos’ de alumínio ou ABS — ou flexível, que, no caso da norma, também é chamado de orgânico”, revela João Batista Beleli, gerente de Engenharia de Produtos da Schott e coordenador da comissão de estudos da norma técnica sobre vidros duplos. O espaçador tem a função de separar as placas de vidro, manter a espessura da câmara interna e garantir a selagem da borda e a estanquidade da unidade de vidro insulado.
Já a espessura das placas de vidro, é mito ou verdade? Especialistas avaliam o que se diz por aí sobre os vidros insulados varia de acordo com a finalidade.
“Ela deve ser calculada levando-se em consideração a carga de ventos, local, tipo de aplicação e número de apoios”, explica Carlos Henrique Mattar, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Cebrace. “A NBR 7199:1989 — Projeto, execução e aplicações de vidros na construção civil oferece uma fórmula de cálculo que aparece de forma simplificada no site da Cebrace”

……..Mitos e verdades

Instalação

Fechamento de vãos fixos, salas e ambientes climatizados, janelas, portas, coberturas, etc. Esses são alguns dos locais em que o vidro duplo é aplicado com maior frequência. No entanto, para que eles funcionem corretamente em toda sua vida útil, o instalador do sistema precisa estar atento a dois aspectos importantes, segundo Pablo Soifer, diretor-comercial da Fenzi South America: a instalação física, que precisa ser adequada, e o uso de materiais compatíveis com os selantes do vidro.
De acordo com Beleli, da Schott, em unidades de condicionamento térmico, o vidro insulado deve ser utilizado com sistemas de encaixilha mento, com perfis plásticos ou de alumínio, a fim de proteger as bordas contra impactos. “Eles também podem ser utilizados sem caixilhos. Porém, deve-se consultar o fabricante para que ele avalie se as condições atendem as especificações do projeto”, diz. Na construção civil, o vidro insulado pode ser instalado com ou sem caixilhos, por meio de silicone glazing ou de outros sistemas empregados em diferentes tipos de vidro.

Fonte: Revista Vidro Plano – Ano 54 – nº 466 – Outubro 2011

 

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Temperados em coberturas nem com “insulfilm”

Prática comum entre vidraçarias de todo o Brasil  é perigosa e pode resultar no fechamento da loja.

Instalar vidros temperados em coberturas pode resultar no fechamento da vidraçaria responsável pela instalação. Não se trata de uma reportagem alarmista, pois, segundo o Código de Defesa do Consumidor “é vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas colocarem, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conmetro”, informa o capítulo cinco, seção quatro, artigo 39 inciso oitavo.

No caso dos vidros de segurança, a norma ABNT/NBR 7199 é clara em afirmar que: em coberturas e claraboias de vidros só podem ser utilizados os vidros de segurança laminados ou aramados. Isso porque se houver quebra do vidro a peça se mantém presa ao caixilho até que seja providenciada sua substituição.
Em outras palavras, apesar da norma técnica não ser uma lei com punições específicas previstas aos infratores, no caso de um acidente que resulte em processo contra a vidraçaria a venda será considerada irregular por se enquadrar no Código de Defesa do Consumidor. As punições do Código passam então a valer nesse caso, podendo resultar em multas, indenizações e até no fechamento do negócio do infrator.
Segundo Silvio Ricardo Bueno de Carvalho, gerente técnico da Abravidro e coordenador do ABNT/CB 37, não adianta o recurso que algumas vidraçarias utilizam pedir para o usuário final de o produto assinar um termo de responsabilidade pela instalação de temperados em coberturas, informando que foi avisado sobre o vidro correto. Segundo ele, isso só confirma que o estabelecimento comercial conhecia a norma técnica, mas, apesar disso, comercializou um produto inadequado.

“O vidro é seguro, desde que seja usado corretamente”, explica Silvio. Ele acrescenta que quando o produto é mal especificado prejudica não somente quem instalou, mas todo o setor vidreiro. “Quando ocorre um acidente com o vidro com vítima o fato é divulgado e as pessoas passam a utilizar outros materiais em seus projetos”, explica.

Película decorativa

Por não se informarem adequadamente muitos vidraceiros recomendam a utilização de películas tipo “insulfilm” sobre o vidro temperado aplicado em coberturas. Na verdade essa não é uma solução e muitas vezes agrava o problema, pois a peça inteira da cobertura pode cair sobre um usuário de uma única vez.
Segundo o gerente técnico da Llumar, Tulio Souza, insulfilm é uma marca e não um produto. Geralmente serve para designar as películas de controle solar ou decorativos, semelhantes os que são utilizados em automóveis. Tais películas adesivas, segundo explica, são mais finas que uma folha de papel e não suportam o peso do vidro temperado quando este quebra.
Tulio destaca que a ABNT/NBR 7199 atual não prevê a utilização de películas adesivas, nem mesmo a película de segurança que é adotada em outras partes do mundo para essa finalidade. “Essas películas de segurança, entretanto, são bem mais espessas, possuem um adesivo mais forte e são fixadas com silicone pelos quatro lados do caixilho”, descreve.
A película de segurança da Llumar e de outros fabricantes pode ser aprovada em um futuro breve, pois o assunto está em discussão como item adicional à norma 7199, que passa por um processo de revisão.

A utilização de películas de segurança, desde que devidamente especificadas e instaladas, é defendida por profissionais de diversos setores. Ela é importante especialmente para reforçar a segurança de instalações antigas, onde foram utilizados vidros comuns. Nesses casos pode reduzir custos e viabilizar projetos de modernização, pois dispensa a substituição dos vidros.
A Llumar é marca líder mundial de películas de poliéster e pertence ao fabricante de Polivinil Butiral (PVB) Solutia que produz diversos tipos de películas adesivas, incluindo as decorativas e de proteção solar.

Fonte: Revista Sincavidro – Ano12 – nº 131 – Janeiro 2012